Este blogue foi criado no âmbito do Mestrado em Pedagogia do e-learning. Será utilizado para publicar conteúdos das unidades curriculares durante todo curso e não só. Sejam todos bem-vindos!
Etiquetas
AVA
Bibliografia anotada
Comunicação educacional
ESR
LMS
Lèvy
MED
MICO11
Materiais Instrucionais
Métodos de recolha de dados
OER
PLE
Personal Learning Environment
QR code
REA
Second Life
Teoria da Carga Cognitiva
Teorias de Aprendizagem Multimédia
Twitter
actividade e-learning
aprendizagem ao longo da vida
avaliação
avampel5
cibercultura
ciberespaço
ciberpaço
circuito Leiria
citação em artigos científicos
conclusões finais
dispositivos móveis
e-learning
educação a distância
entrevista
m-learning
mamb05
mlearning
mobile learning
mpel
mpel5
mrel
mrel5
pesquisa qualitativa
pesquisa quantitativa
ppel5
processo de investigação
professor on-line
práticas pedagógicas e-learning
reflexão
teoria da distância transacional
trabalho colaborativo
wiki
sexta-feira, 22 de abril de 2011
sexta-feira, 15 de abril de 2011
A propósito dos Agentes Provocadores
Os professores devem demonstrar e fomentar uma consciência crítica nos alunos, ainda em tenra idade por meio de conversas e histórias, promovendo a auto-avaliação e ampliação da capacidade de apreciar criticamente e integrar o material de várias fontes.
Os estudantes, devem tornar-se aprendizes autónomos. A grande maioria dos recursos abertos de aprendizagem será encontrada fora do domínio da sala de aula. Thanasoulas escreve, "o aluno tem autonomia, um papel activo no processo de aprendizagem, gerando ideias e valendo-se das oportunidades de aprendizagem, ao invés de simplesmente reagir aos vários estímulos do professor."
Referência:
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Mas, o que podemos considerar que sejam os recursos?
Etimologicamente, o recurso, é uma fonte que continua agindo como fonte de, pelo menos enquanto não se esgotar.
Pode-se definir os recursos renováveis, como algo que pode ser utilizado sem diminuir o stock, e recursos não-renováveis, como as acções que diminuem quando usados. O conhecimento é muitas vezes descrito como um recurso renovável. Recursos digitais podem ser copiados sem destruir o stock inicial, e, portanto, eles também poderiam ser caracterizados como recursos renováveis. Em um sentido económico, um recurso é algo que exige esforço para criar ou recriar, e que produz um fluxo de serviços. Nesta perspectiva, todos os investimentos nos sistemas de ensino criam recursos. Por exemplo, os investimentos em edifícios escolares, as bibliotecas, formação de professores e os processos administrativos criam recursos educacionais. Do ponto de vista de um administrador os recursos educacionais abertos poderiam, portanto, incluir instalações escolares e bibliotecas públicas, que pode ser acessado livremente para fins educacionais.
Pode-se definir os recursos renováveis, como algo que pode ser utilizado sem diminuir o stock, e recursos não-renováveis, como as acções que diminuem quando usados. O conhecimento é muitas vezes descrito como um recurso renovável. Recursos digitais podem ser copiados sem destruir o stock inicial, e, portanto, eles também poderiam ser caracterizados como recursos renováveis. Em um sentido económico, um recurso é algo que exige esforço para criar ou recriar, e que produz um fluxo de serviços. Nesta perspectiva, todos os investimentos nos sistemas de ensino criam recursos. Por exemplo, os investimentos em edifícios escolares, as bibliotecas, formação de professores e os processos administrativos criam recursos educacionais. Do ponto de vista de um administrador os recursos educacionais abertos poderiam, portanto, incluir instalações escolares e bibliotecas públicas, que pode ser acessado livremente para fins educacionais.
Referências
http://www.meaningprocessing.com/personalPages/tuomi/articles/OpenEducationalResources_OECDreport.pdf
Recursos Educativos Abertos
Com o sucesso alcançado nos últimos anos pelo Movimento do Software Livre, pensadores, investigadores e educadores se perguntaram: porque não aplicar estes mesmos princípios e filosofia, na disponibilização de cursos e conteúdos educativos de forma livre e aberta? Surgiram, assim, os Open Educacional Resources, em português, Recursos Educativos Abertos - REA.
Estes têm sido utilizados em grande escala um pouco por todo o mundo, por Instituições de Ensino Superior e organizações não governamentais, no sentido de abrir o conhecimento a todos que dele necessitam e, muitas vezes, desenvolvendo-se num objectivo de nivelador social.
Os Recursos Educativos Abertos (REA) e a utilização de FLOSS (Free Libre Open Source Software) surgem como uma alternativa prática, democrática e inteligente, capaz de colocar alguma igualdade no sistema social, em contextos específicos. Assim, valores como a cooperação, a partilha, o espírito de comunidade, elevam, não só o grau de conhecimento, mas também, o crescimento humano, contrariando as enraizadas influências corporativas e monopolistas do software proprietário e da produção individual fechada e não partilhada de recursos, por parte de educadores.
Referências
sábado, 9 de abril de 2011
O Second Life
Sou das áreas das tecnologias, mas confesso que o computador para mim muitas vezes (ou todas) se transforma apenas numa ferramenta de trabalho enfadonha e fico desejosa de fugir para a o meio da natureza, do ar puro, longe das quatro paredes que cercam o meu dia-a-dia.
Já tinha ouvido falar no SL mas nunca me interessei em ir conhecê-lo a fundo. Gosto do contato cara-a-cara com meus amigos, minha família. Nunca precisei relacionar-me virtualmente.
Mas... eis que surge a necessidade dessa relação com novos colegas que conheci no mundo virtual. O SL foi o espaço onde nos encontramos para partilharmos conhecimentos, ajudar os colegas que por vezes estavam com alguma dificuldades e o mais incrível disso tudo, criar laços de companheirismo e até mesmo de amizade.
Depois de tudo isso ter se passado, continuo a gostar da natureza e do som dos pássaros. Com certeza poderia voltar a viver sem encontrar-me com meus colegas no SL, mas não era a mesma coisa.
Já tinha ouvido falar no SL mas nunca me interessei em ir conhecê-lo a fundo. Gosto do contato cara-a-cara com meus amigos, minha família. Nunca precisei relacionar-me virtualmente.
Mas... eis que surge a necessidade dessa relação com novos colegas que conheci no mundo virtual. O SL foi o espaço onde nos encontramos para partilharmos conhecimentos, ajudar os colegas que por vezes estavam com alguma dificuldades e o mais incrível disso tudo, criar laços de companheirismo e até mesmo de amizade.
Depois de tudo isso ter se passado, continuo a gostar da natureza e do som dos pássaros. Com certeza poderia voltar a viver sem encontrar-me com meus colegas no SL, mas não era a mesma coisa.
Módulo de ambientação
Embora já conhecesse a modalidade de ensino on-line, esta experiência fez-me entrar em contacto com ferramentas Web2.0 que conhecia, mas não as utilizava.
O trabalho em grupo (à distância), a problemática de encontrar material útil e fidedigno na Web, os encontros no Second Life, as discussões nos fóruns foram atividades básicas e ao mesmo tempo enriquecedoras tanto para conhecimento do grupo com o qual trabalharei durante o ano como para conhecer a metodologia da aprendizagem/ensino adotado.
É de salientar que neste primeiro contato com o grupo mpel05, sinto que estou integrada num ambiente colaborativo, solidário e por que não dizer também muito bem disposto.
O trabalho em grupo (à distância), a problemática de encontrar material útil e fidedigno na Web, os encontros no Second Life, as discussões nos fóruns foram atividades básicas e ao mesmo tempo enriquecedoras tanto para conhecimento do grupo com o qual trabalharei durante o ano como para conhecer a metodologia da aprendizagem/ensino adotado.
É de salientar que neste primeiro contato com o grupo mpel05, sinto que estou integrada num ambiente colaborativo, solidário e por que não dizer também muito bem disposto.
Subscrever:
Mensagens (Atom)